O petróleo brasileiro nas redes comerciais mundiais: possíveis cenários futuros

Renan Amorim1

Gustavo Milhomem2

Resumo: Este artigo tratará das relações comerciais internacionais brasileiras de petróleo cru e refinado. Buscaremos prospectar cenários futuros sobre estes produtos e as participações estrangeiras no comércio com o Brasil. Para tanto, utilizaremos o método Grumbach de prospecção de cenários, bem como o software RStudio para subsidiar a pesquisa e a análise das redes comerciais brasileiras. O artigo está dividido em cinco partes. Na primeira faremos um panorama geral sobre a utilização do petróleo no mundo. Na segunda parte falaremos do produto no Brasil. A terceira parte apresenta as redes sociais de comércio do produto, para então, na quarta parte, gerarmos cenários futuros possíveis e concluirmos, na quinta e última parte.

Palavras-chave: Rstudio; Redes comerciais; Petróleo brasileiro; Prospecção de cenários.

Introdução

Segundo dados do Observatory for Economic Complexity, o petróleo cru – cujo número no Harmonized System (HS)3 é 270900 – é o produto mais comercializado do mundo, embora seu nível de complexidade seja baixo (OEC, 2017c). Assim, se verificarmos a participação desse produto na pauta exportadora brasileira, veremos que o petróleo cru ocupa o terceiro lugar. Mesmo assim, como se mostrará adiante, o produto que o Brasil mais importa é petróleo refinado (HS 271000) (OEC, 2017a). Além disso, a participação brasileira no comércio mundial de petróleo cru é baixa, mesmo importando muito petróleo refinado. O presente artigo abordará a questão apresentada em alguns passos. O primeiro deles é definindo o método a ser utilizado, a saber, o Grumbach. A partir deste método, podemos identificar os passos seguintes. O segundo passo, então, é definir o problema, para então demonstrarmos um breve histórico da questão petrolífera brasileira e a situação atual deste mercado.Então, na terceira etapa, criaremos redes com o software RStudio. A quarta etapa na estrutura do artigo diz respeito à geração dos cenários. Nas considerações finais (quinto passo) faremos a interpretação dos cenários gerados, bem como a probabilidade de ocorrência de cada um deles

Somado a isso, usaremos o software RStudio para subsidiar o artigo. Faremos as “redes sociais” do petróleo brasileiro no contexto do comércio internacional e, a partir das informações vistas nessas redes sociais poderemos projetar cenários distintos.

1. A dependência mundial na energia petrolífera

O século XXI iniciou marcado pela alta dependência humana no petróleo. Em 2015, cerca de 80% do consumo mundial de energia provinha de combustíveis fósseis (BANCO MUNDIAL). Apesar de uma redução (beirava os 95% em 1970), o petróleo ainda é o combustível fundamental da economia global. Esta dependência não é exclusiva das últimas cinco décadas, já que no início do século passado havia previsões sobre tal dependência. O então presidente do Comitê Executivo da Câmara de Comércio de Nova Iorque, Alfred Bedford, ainda em 1923 apontava que não mais podia a econômica estadunidense, nem de outras grandes potências de então, viver sem a força energética dos combustíveis fósseis. Em sua visão, era claro o quão dependente seu país tinha se tornado à essa fonte de energia. Bedford expandiu suas análises prospectivas a ponto de cogitar guerras entre potências pelo produto em questão, o que de fato ocorreu nas décadas seguintes. O autor ainda pondera sobre as dificuldades de investimento estadunidense nos dois maiores produtores de petróleo da época, a Rússia e o México. (BEDFORD, 1923). Entretanto, desde a época de Alfred Bedford, a geopolítica do petróleo se alterou consideravelmente. A descoberta de novas jazidas e campos de exploração foram realizadas, o que impactou nas relações internacionais entre países. A criação da Organização dos Países Produtores de Petróleo (OPEP) em 1960, os choques do petróleo de 1973 e 1979, e as oscilações de oferta e, consequentemente dos preços, são variáveis significativas no mercado mundial. Como supracitado, a demanda mundial pelo combustível fóssil é mantida em alta, apesar dos esforços de substituição da matriz energética por fontes renováveis. Porém, o ritmo desta substituição ainda é lento, e as principais potências econômicas possuem significativa dependência nos mercados internacionais de combustíveis fósseis.

2. A produção brasileira e as Cadeias Globais de Valor

A década de 1990 foi de suma importância para o mercado nacional de petróleo brasileiro. Houve mudanças iniciadas por Fernando Collor de Mello (1990-92) e Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) no processo de liberalização do mercado no Brasil. Segundo Braga (2018) as principais alterações foram: a diminuição da presença estatal no mercado; remoção de restrições ao capital estrangeiro e estabelecimento de mercados competitivos em áreas antes dominadas por monopólios. Hodiernamente, o Brasil está na nona posição dos maiores produtores de petróleo do mundo. A unidade de medida para sistematizar a contagem do produto é barris por dia (bpd). Em 2018, segundo a US Energy Information Administration (EIA), a produção brasileira do combustível representa 3% da produção mundial, com 3,43 milhões de bpd. Já em relação ao consumo, o Brasil também representa 3% do consumo global, porém sobe para a sétima posição. O consumo brasileiro figura na casa dos 2,98 milhões de bpd.

No que tange a produção nacional, a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) pontua que apenas 7% do que é produzido no Brasil provém da produção terrestre, conforme visível na tabela 1 abaixo. A produção marítima representa para o Brasil os outros 93% da produção do combustível, em que a produção no pós-sal está na faixa de 38% e o que é produzido no pré-sal fica próximo de 55%. Sobre os estados de maior produção, há uma majoritária concentração carioca: 72% de todo o petróleo brasileiro vem do estado do Rio de Janeiro. Espírito Santo e São Paulo seguem a lista com 12 e 11%, respectivamente, enquanto o Rio Grande do Norte e Bahia contribuem apenas para 2 e 1% da produção nacional (ANP, 2019, p. 11).

Petroleo1

Porém, o quanto é importante o petróleo para o comércio exterior brasileiro? E quão relevante é a oferta de petróleo brasileiro para o mercado global do produto? Para o gigante sulamericano, o óleo está figurando no terceiro produto mais exportado, atrás apenas do minério de ferro e da soja, respectivamente. Já nas questões de importação, o produto é o mais importado. No quesito comércio exterior, é importante pontuar a natureza do produto que negociamos mundo afora: o que mais exportamos é o petróleo cru, enquanto importamos petróleo refinado.

Petroleo2

Conforme a tabela 2 acima, em relação ao petróleo cru, o Brasil exportou o equivalente a US$17,4 bilhões, com uma importação no valor de US$2,77 bilhões. Este valor comercial equivale a 2,2% das exportações totais do produto, enquanto que a China é o maior importador do petróleo cru brasileiro. Já em relação ao petróleo refinado, as exportações chegam a casa de US$ 355 milhões, valor irrisório frente ao comércio mundial do bem. Sobre as importações de petróleo refinado, o Brasil importou US$11,4 bilhões, sendo Singapura o destino principal do nosso petróleo refinado.

3. Redes comerciais de petróleo com RStudio

A seguir se encontram figuras que ilustram as relações brasileiras na importação de petróleo refinado e na exportação de petróleo cru e refinado. As figuras foram produzidas utilizando o software RStudio. Foram utilizadas informações do OEC sobre importações e exportações. Fizemos as redes usando as participações em % de cada um dos países que comercializa com o Brasil. Por exemplo, dos 100% que o Brasil exporta de petróleo, 43% é destinado à China, 17% aos EUA, e assim por diante. Dessa forma, a China apresenta 43 setas, os EUA 17, etc. As porcentagens cujos números não eram inteiros foram aproximadas, para facilitar a produção das redes e a visualização das mesmas4. Esse processo vale tanto para as redes de exportação de petróleo (cru e refinado), quanto para aquelas de importação brasileira do petróleo refinado. Dessa maneira, a figura 1 abaixo demonstra como a China (CHN) é o destino da maioria dos barris de petróleo cru que são produzidos no Brasil. Tanto a quantidade de linhas (em cor cinza) quanto o tamanho dos vértices demonstram as relações entre os países compradores e o Brasil. Percebe-se também que os EUA são o segundo destino, seguidos por Chile (CHL), Índia (IND), Espanha (ESP) e Uruguai (URU).

Petroleo3

Já a rede social apresentada na figura 2 demonstra as exportações brasileiras de petróleo refinado. Percebe-se uma mudança de eixo quanto ao principal destino para esse produto, pois com o 271000 Singapura (SIN) é o país-alvo. Contudo, é perceptível também a presença forte dos Estados Unidos (EUA), à semelhança da figura 1. Logo depois temos a Holanda (HOL) e Argentina (ARG). Ademais, como ilustrado na tabela 2 anteriormente, o valor das exportações brasileiras para o 271000 é bem pequeno (US$ 355 milhões), se comparado ao 270900.

Petroleo4

Petroleo5

Passando agora para a rede de importações, a figura 3 mostra o predomínio dos Estados Unidos na pauta importadora brasileira. Argélia (AGL) e Holanda (HOL) são os países seguintes no ranking de países dos quais o Brasil adquire o petróleo refinado. Uma das características do comércio brasileiro de petróleo que pode ser demonstrada com as figuras acima é a participação constante dos EUA, ao contrário da China, que permanece apenas como a principal compradora de petróleo cru.

4. A prospecção de cenários

Como visto nos parágrafos acima, tanto as exportações brasileiras de petróleo cru, como as importações de petróleo refinado são altamente concentradas em questão de parceiros comerciais. Os EUA são a origem de 51% das nossas importações de refinado, e a China é o destino para 43%. Os segundos parceiros comerciais do Brasil, tanto nas importações como nas exportações, têm menor importância econômica para o país. Em outras palavras, o Brasil está vulnerável à instabilidades domésticas desses países. No caso de uma hipotética diminuição da demanda chinesa, ou de produção estadunidense, os brasileiros estariam sujeitos às alterações destes mercados. Frente à tal instabilidade, cogitamos a emergência de três cenários. O primeiro, referente à maior diversificação dos parceiros comerciais brasileiros na área de petróleo. O segundo, de poucas alterações do cenário atual. E por fim, o terceiro cenário com a maior participação dos EUA e China no comércio brasileiro de petróleo.

4.1. O Primeiro Cenário

Os EUA e a China diminuiriam suas participações no marketshare do petróleo brasileiro. Isto se daria por um entre dois principais motivos: por diminuição da demanda doméstica destes países ou por maior participação ativa do Brasil com outros parceiros comerciais. O primeiro motivo se explica pela diversificação energética desses. Tanto os chineses como os estadunidenses estão num processo de mudança das suas matrizes de energia, a fim de tornarem-se menos dependentes da força do petróleo. Isto impactaria principalmente a China, pois demandaria menos petróleo brasileiro, já que seria mais autossuficiente em questão energética, com a expansão de suas hidrelétricas, campos eólicos e produção de energia solar, tendo em vista a recente liderança chinesa em energias renováveis. Os EUA também diminuiriam suas exportações de petróleo refinado ao Brasil, levando em consideração pressões de ONGs por mais participação de energia sustentável na produção nacional (a saber que o refino de petróleo produz perdas ambientais), ou até mesmo maior utilização da produção doméstica para consumo doméstico, a diminuir as exportações para o Brasil.
Outro motivo para se alcançar este cenário de maior diversificação de parcerias comerciais viria de iniciativa brasileira. O país poderia, para evitar instabilidades vindas do mercado chinês e estadunidense, procurar a maior diversificação comercial. Em prática, fortalecer os laços com as nações com que já faz comércio, de forma a aumentar a participação desses. Ou seja, não necessariamente o valor bruto comercializado com China e EUA cairia, porém, cresceria o marketshare/proporção de outros países. Na área de petróleo refinado, poderíamos fortalecer o fluxo comercial do material importado da Argélia, nossa 2º maior origem de importações do produto, ou até mesmo da Holanda, maior parceira europeia. Referente ao petróleo bruto, haveria a possibilidade de mais exportações destinadas ao Chile e Espanha, nossos maiores parceiros comerciais em suas respectivas regiões.

4.2. 2º Cenário

O segundo cenário não apresenta significativas alterações na matriz comercial brasileira. Ele por si só é a manutenção, em linhas gerais, do que já é a situação hoje. Portanto, este cenário nada mais que é que a permanência dos EUA e da China como os maiores parceiros comerciais do Brasil em matéria de petróleo. Cogitamos algumas pequenas alterações, como uma maior participação das importações da Argélia de petróleo refinado, ou maior exportação de petróleo cru para a Europa, entretanto, nada que altere significativamente a hegemonia estadunidense nas exportações de petróleo refinado (ou seja, manteria-se um valor perto dos atuais 51%), e manteria-se a hegemonia chinesa do destino do nosso petróleo cru (também um valor próximo a 43%).

4.3. 3º Cenário

Este é o cenário de maior aprofundamento da já presente hegemonia da China e EUA na nossa matriz comercial de petróleo. Não haveria, portanto, diversificação ou permanência dos parceiros, mas sim uma maior participação das duas potências no nosso mercado. Assim, a China seria um destino cada vez maior do nosso petróleo cru, superando a barreira dos 50% de toda a nossa exportação do produto, assim como os Estados Unidos ao menos manteriam suas taxas de importação brasileira de petróleo refinado, caso não aumentassem seu marketshare. É um cenário explicado pelo crescente aumento da demanda doméstica chinesa por fontes energéticas do exterior, que por sua vez é explicada pela ascensão do dragão chinês desde as reformas estruturais em 1990. Pois, mesmo com uma desaceleração do seu PIB nominal à taxas próximas de 6,2%, é ainda assim um crescimento economicamente revigorante, que exige, por si só, uma maior obtenção de energia, ano após ano. Já os EUA, com uma mini-guerra comercial com a Índia, outra bem maior com a China, e cada vez mais atritos com diversas nações8, faz com que diminua os fluxos comerciais dos EUA com importantes parceiros comerciais pelo mundo. Portanto, para manter a economia petrolífera ativa e sua capacidade de exportação, os EUA compensariam possíveis perdas no marketshare de outras nações importadoras de seu petróleo refinado vendendo mais ao Brasil.

Conclusão

O Brasil é, nominalmente, um dos maiores produtores e consumidores de petróleo no mundo. A participação do país na exportação e importação global do produto figura perto de 3%. Os nossos maiores importadores de petróleo cru são a China, e os Estados Unidos são a origem da nossa maior importação de petróleo refinado. As duas potências são preponderantes no comércio brasileiro do bem em questão. Nas figuras acima, realizadas no software RStudio, percebemos o quão significativa é a diferença dos EUA e dos chineses na nossa pauta comercial. Os argelinos, espanhóis e holandeses são partes importantes das nossas relações comerciais de petróleo, entretanto, estão longe do marketshare das potências supracitadas.

Nas análises e ponderações dos pesquisadores, consideramos o primeiro cenário como o mais provável, pois a diversificação comercial é uma maneira de proteção brasileira frente às incertezas de produção e demanda dos países. Manter-se no segundo cenário, ou seja, baixa alteração da atual situação, poderia significar uma situação análoga à doença holandesa: a concentração dos mercados de destino e origem serem tão altas, que uma volatilidade temporária na demanda chinesa ou na produção estadunidense afetaria diretamente a economia brasileira. Já o terceiro cenário seria o menos provável, pois não analisamos a possibilidade de aprofundamento dos principais parceiros comerciais como uma estratégia pragmática e benéfica para os interesses econômicos brasileiros. Porém, não é tão improvável o aumento unilateral da demanda chinesa pelo petróleo brasileiro, pois o seu vasto crescimento econômico requer mais fontes energéticas para sua produção econômica.

Notas

1 Acadêmico do 5° período de Relações Internacionais da Universidade Federal de Goiás.

Acadêmico do 5° período de Relações Internacionais da Universidade Federal de Goiás e idealizador do site Alma Política (https://almapolitica.org).

3 Harmonized System, ou em português Sistema Harmonizado, é um método utilizado para se classificar produtos internacionalmente. Esse sistema utiliza números para facilitar a identificação de cada mercadoria, e cada bem possui seu código específico.

4 Os países cujas participações são inferiores a 1% e/ou não podem ser arredondadas para esse valor foram deixados de fora.

5 Significado das siglas em ordem alfabética: BAH – Bahamas; BRA – Brasil; CHL – Chile; CHN – China; ESP – Espanha; EUA – Estados Unidos; HOL – Holanda; IND – Índia; PER – Peru; PNM – Panamá; POR – Portugal; SNT – Santa Lúcia; URU – Uruguai.

6 Significado das siglas em ordem alfabética: ARG – Argentina; ARU – Aruba; BAH – Bahamas; BEL-LUX – Bélgica e Luxemburgo; BOL – Bolívia; BRA – Brasil; COL – Colômbia; CUR – Curaçao; ESP – Espanha; EUA – Estados Unidos; FRA – França; HOL – Holanda; IND – Índia; ITA – Itália; MAL – Malásia; PAR – Paraguai; SIN – Singapura; URU – Uruguai.

7 Significado das siglas em ordem alfabética: AGL – Argélia; ANG – Angola; ARG – Argentina; BEL-LUX – Bélgica e Luxemburgo; BRA – Brasil; ESP – Espanha; EUA – Estados Unidos; HOL – Holanda; ITA – Itália; KUW – Kuwait; MEX – México; PER – Peru; POR – Portugal; REU – Reino Unido; RUS – Rússia; SIN – Singapura; SUI – Suíça; VEN – Venezuela.

Vide a mudança na política externa recente da Turquia à Rússia; Guerra comercial com a China; Menores vínculos políticos com os europeus; saída do acordo nuclear de 2015 com os iranianos, etc..

Bibliografia

ANP. Boletim de Produção de Petróleo e Gás Natural. Disponível em: <http://www.anp.gov.br/images/publicacoes/boletins-anp/Boletim_MensalProducao_Petroleo_Gas_Natural/boletim-janeiro-2019.pdf&gt;. Acesso em: 15 jul. 2019.

BANCO MUNDIAL. Fossil fuel energy consumption. Disponível em: <https://data.worldbank.org/indicator/eg.use.comm.fo.zs&gt;. Acesso em: 15 jul. 2019.

BEDFORD, Alfred. The World Oil Situation. Foreign Affairs, 1923. Disponível em: <https://www.foreignaffairs.com/articles/1923-03-15/world-oil-situation&gt;. Acesso em: 15 jul. 2019.

BRAGA, Luciana. Oil in Brazil: Evolution of Exploration and Production. Encyclopédie de l’énergie, 2018. Disponível em: <https://www.encyclopedie-energie.org/oil-in-brazilevolution-of-exploration-production/&gt;. Acesso em: 15 jul. 2019.

EIA. What Countries are the top producers and consumers of oil?. Disponível em: <https://www.eia.gov/tools/faqs/faq.php?id=709&t=6&gt;. Acesso em: 15 jul. 2019.

OBSERVATORY FOR ECONOMIC COMPLEXITY. (2017a). Brazil. Disponível em: <https://oec.world/en/profile/country/bra/&gt;.Acesso em: 8 jul. 2019.

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VISCIDI, Lisa. Trump and Latin American Energy. Foreign Affairs, 2017. Disponível em: <https://www.foreignaffairs.com/articles/central-america-caribbean/2017-02-24/trump-andlatin-american-energy&gt;. Acesso em: 15 jul. 2019.

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